
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Anjo Bom
Adão Negro
Adão Negro
Composição: Sérgio Cassiano
Tão longe de você Mas eu vou voltar, ó meu amor Não se
esqueça de mim Eu quis ficar perto de você e não sair Mas a vida quis assim Não tarda o sol vai iluminar o nosso amor E a saudade vai ter fim E eu vou
cantar nossa canção de amor E vai ser tudo de bom E a gente vai fazer um carnaval Uma alegria amor sem fim Ó meu anjo bom quero você perto de mim.
Por Onde Andei
Nando Reis
Desculpe Estou um pouco atrasado Mas espero que ainda dê tempo De dizer que andei Errado e eu entendo As suas queixas tão justificáveis E a falta que eu fiz nessa semana Coisas que pareceriam óbvias Até pra uma criança Por onde andei?Enquanto você me procurava Será que eu sei?Que você é mesmo Tudo aquilo que me faltava...Amor eu sinto a sua falta E a falta É a morte da esperança Como um dia Que roubaram o seu carro Deixou uma lembrança Que a vida é mesmo Coisa muito frágil Uma bobagemUma irrelevância Diante da eternidade Do amor de quem se ama Por onde andei?Enquanto você me procurava E o que eu te dei Foi muito pouco ou quase nada E o que eu deixei Algumas roupas penduradas Será que eu sei?Que você é mesmoTudo aquilo que me faltava...Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!Uh!
Nando Reis
Desculpe Estou um pouco atrasado Mas espero que ainda dê tempo De dizer que andei Errado e eu entendo As suas queixas tão justificáveis E a falta que eu fiz nessa semana Coisas que pareceriam óbvias Até pra uma criança Por onde andei?Enquanto você me procurava Será que eu sei?Que você é mesmo Tudo aquilo que me faltava...Amor eu sinto a sua falta E a falta É a morte da esperança Como um dia Que roubaram o seu carro Deixou uma lembrança Que a vida é mesmo Coisa muito frágil Uma bobagemUma irrelevância Diante da eternidade Do amor de quem se ama Por onde andei?Enquanto você me procurava E o que eu te dei Foi muito pouco ou quase nada E o que eu deixei Algumas roupas penduradas Será que eu sei?Que você é mesmoTudo aquilo que me faltava...Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!Uh!

Soneto da fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa (me) dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure.
Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa (me) dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure.
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